Bangkok – A cidade asiática que nunca dorme

Olá Bangkok 😀

 

  • Se imaginas Bangkok como viste no filme “Hangover” (A Ressaca, Parte II), imaginas bem, pois é tudo aquilo e… MUITO MAIS! 😀

O trânsito é suuuuuper caótico… Carros, motas (muitas motas), autocarros, tuk-tuk’s (o famoso transporte tailandês), bicicletas… Bem, a maior loucura!!

Aqui estão os famosos tuk-tuk e o trânsito? Pouquinho :)

Aqui estão os famosos tuk-tuk e o trânsito? Pouquinho 🙂

E a poluição? 😮

Depois de um dia inteiro de passeio, chegávamos ao hostel com os pés completamente encardidos e dentro do nariz e ouvidos… Tudo castanho!! 🙂 E é bastante comum os asiáticos usarem máscaras (tipo a dos médicos) devido à poluição!

O calor é mesmo muito intenso e a humidade também… Os dois juntos faz com que seja difícil respirar, especialmente ar puro 🙂 Para terem uma noção, assim que saímos do avião, a Rita que usa óculos, ficou com as lentes todas embaciadas!

 

O pai a levar as meninas à escola

O pai a levar as meninas à escola

Os ladyboys confundem a maioria dos turistas, raparigas “oferecem” os seus serviços em plena rua ou em bares próprios…

E as leis?! Leis na Ásia? Eles não devem saber o que são leis, principalmente nas regras de trânsito… Os carros não param nas passadeiras, carros de 5 lugares com mais de 5 pessoas, bicicletas com 3 pessoas, motas (que geralmente são para dois) com famílias de 3, 4, 5 pessoas… Sim, 5 pessoas (mãe, pai e filhos) e tudo sem capacete! 😮

Bem, a maior loucura!!!! 😛 Ainda estamos para conhecer e perceber o modo como eles tiram a carta…

 

  • Na Tailândia o alfabeto que eles usam é completamente diferente daqueles que estamos habituados e a língua oficial é o Thai (na nossa opinião, perceber o que eles dizem chega a ser mais complicado que o próprio alfabeto!).

Aprendemos a dizer algumas palavras, como por exemplo: Olá (Sawadi Cap) e Obrigada (Cun Cop Cun), mas sempre que as dizíamos, as pessoas davam uma espécie de sorrizinho maroto. Ficámos sem perceber se era apenas por

Os sorrisos estão sempre presentes

Os sorrisos estão sempre presentes

simpatia por nos estarmos a esforçar para falarmos a língua deles, ou por estarmos a pronunciar mal as palavras 😉

Seja como for, o povo tailandês é muito sorridente e simpático, não fossem eles conhecidos pelo mundo inteiro como “o povo dos sorrisos” e sem dúvida, esse é um dos pontos principais do país, a sua simplicidade, simpatia e especialmente, a hospitalidade!

 

 

E os cabos de electricidade?! 😮 Tantos cabos espalhados pela cidade, todos entrelaçados uns nos outros, em frente das janelas das casas, das lojas… Nunca tínhamos visto coisa igual! A maior confusão de fios!!! Imaginem quando é para reparar algum… 😀

Pouquinhos e arrumados, hum? :)

Pouquinhos e arrumados, hum? 🙂

Apesar de Bangkok ser a 2ª cidade mais visitada do mundo por turistas estrangeiros, é sem dúvida uma das cidades com mais caos e falta de organização.

 

Kao San Road:

 

Esta rua é conhecida mundialmente por ter a maior concentração de mochileiros por metro quadrado.

I Love Kao San

I Love Kao San

 

Quando saímos do aeroporto, apanhámos o Skytrain até à última estação e aí apanhámos um táxi em direcção à Kao San Road, onde ficava o nosso hostel.

Nós no skytrain

Nós no skytrain

Mas não entrámos no primeiro táxi que vimos… Depois de 3 taxistas se terem negado a ligar o taxímetro, lá apareceu uma alma generosa que o ligou!

E talvez se estejam a perguntar o porquê de pedirmos para ligar o taxímetro… Se não o fizéssemos, muito provavelmente eles acordariam um preço connosco que ia sair pelo menos o dobro da tarifa normal.

A maioria dos taxistas nega-se a ligar, pois é assim que eles dão “o golpe” aos turistas. Por isso, se estiveres a pensar viajar para aquelas bandas, antes de pores a bagagem e de te sentares, abre a porta do táxi e pergunta: “Do you turn on the taximeter? (O senhor liga o taxímetro?)”

Não se preocupem se não for à primeira… Há-de aparecer alguém que o vai ligar! Afinal nós só tivemos sorte à quarta tentativa… 😀

  • Quando chegámos, optámos por escolher um hostel que ficava umas ruas depois da Kao San, porque estávamos tão cansados de viagens, escalas e jet lag, que preferímos um sítio mais sossegado, pois mesmo na Kao San é a loucura noite dentro… E optámos por reservar, visto que na época alta, encontrar um quarto a preço acessível e minimamente apresentável… É como encontrar uma agulha num palheiro! Preferimos jogar pelo seguro, e valeu a pena!

Ficámos no “Born Free Hostel” (reservámos pelo Hostel World), num quarto partilhado com mais pessoas, mas com muito bom ambiente. O dono também é um amante de viagens (mocinho novo) e muito boa onda… Gostámos muito e recomendamos vivamente, além do preço ser bastante acessível (8€ noite – época alta)!!!

 

  • Por outro lado, antes de virmos  embora da Ásia, ficámos num hostel MESMO no coração da Kao San e tínhamos a discoteca dentro do quarto (literalmente) 😮

O quarto era individual com WC privada, mas só a cama ocupava o tamanho do quarto :/

Como já referimos, estávamos na época alta e fomos à descoberta de um sítio barato para dormirmos assim que chegámos!

De mochila às costas, com o peso de 2 meses e meio, a pé e debaixo de um calor infernal, os hostels em conta estavam todos cheios… Uma experiência a não repetir, pelo menos nas épocas altas!!!!

Este foi um dos problemas que encontrámos por não termos reservado hostel… Quando encontrámos este ao fim de quase 2 horas de procura, achámos perfeito… Afinal era mesmo só para dormir e ir embora!

 

Decidimos ir comer qualquer coisa pela Kao San, para nos começarmos a ambientar à cidade, às pessoas, aos cheiros… Mas sem antes tomarmos um banho que nos soube por 10 anos de vida! Já não víamos água a cair de um chuveiro faziam dois dias!!! E que banho 😀

Taaaaanta, mas tanta gente junta (e confirma-se, a maioria mochileiros!) concentrada numa só rua… É de loucos! 🙂

  • Senhoras a venderem Pad Thai (comida típica tailandesa – e que m.a.r.a.v.i.l.h.a), kebab’s, os tão conhecidos bichinhos (escorpiões, grilos, baratas, lesmas… – experimentámos grilos em Chiang Mai 😮 ), sumos frescos de fruta, roupa, acessórios, falsificações de tudo e mais alguma coisa (chinelos havaianas, telefones, diplomas, cartas de condução, b.i.., licenças de polícia, do FBI…),
    A tal massagem que ia deixando a Rita sem pés :)

    A tal massagem que ia deixando a Rita sem pés 🙂

    bares lotados de gente (e bebida alcoólica), pessoas a chamarem-nos para irmos assistir ao famoso “Ping-Pong Show” (raparigas que atiram objectos, animais e outras coisas mais, pela vagina… 😮 ), massagens em todas as esquinas (conhecidas mundialmente) e nós experimentámos… O Fábio fez nos pés e no corpo todo e adorou! Já a Rita, fez nos pés por duas vezes e a primeira experiência foi quase como se lhe fossem arrancar os pés  🙂 Mas valeu a experiência, de qualquer das maneiras!

 

Se pensas em viajar sozinho, nada melhor que ires até à Kao San Road para conheceres gente… Mesmo que sejas envergonhado, depois de uma boa Chang (cerveja tailandesa) ou de uns copos de outra bebida alcoólica qualquer… Não há timidez que te impeça de interagir seja com quem for!

E no final da viagem, certamente vais regressar a esta rua e quem sabe, reencontrar gente que fizeste “amizade” pelos caminhos da Ásia… Nós conhecemos dois mochileiros numa ilha na Malásia (Kappas), voltámos a vê-los noutra ilha (Perhentian’s) e acabámos por os encontrar na Kao San, em Bangkok, ao fim de 3 semanas 😉

Templos e Monumentos

A Tailândia é um país monarca, tem um primeiro-ministro e um rei. E diga-se de passagem, o rei Rama IX é de tal forma adorado pelo povo asiático, que existem fotos dele (por vezes com a rainha) espalhadas por toda a Tailândia.

Ainda o sol não tinha acordado e nós já estávamos com o pé fora de casa (o jet lag tem destas coisas – 8h a mais que em Portugal – dependendo da época).

Pegámos na biclicleta que nos emprestaram no hostel e lá fomos nós conhecer Bangkok…

  • Fomos ao Wat Pho (mais conhecido como o templo do Buda Deitado) e preferimos que fosse esse o primeiro, pois é um dos mais visitados em Bangkok. E para conseguirmos visitar com mais calma e conseguirmos melhores fotos, nada melhor que chegar às 8h da manhã, quando ele abre!

Aaaah, e eles oferecem água engarrafada à entrada (com o calor que se faz sentir, toda a água ENGARRAFADA e oferecida, é bem-vinda) 😀

O famoso Buda deitado

O famoso Buda deitado

 

Wat Pho

Wat Pho

Não é apenas o buda que tem de interessante naquele templo, e não é tão pequeno assim… Tem montes de estátuas de budas noutros edifícios, tem estátuas de shivas, tem uma escola lá dentro… Vale a pena a visita mais detalhada!

Como chegámos cedinho, tivemos a sorte de apanhar os estudantes a tocarem antes de entrarem para as aulas.

Os miúdos a tocarem

Os miúdos a tocarem na banda da escola

Wat Arun

Wat Arun

  • Seguimos viagem para o Wat Arun (o templo do amanhecer tailandês) – onde se apanha o barco é mesmo pertinho do Wat Pho – A travessia custou-nos por volta de 0.05€ (sim, 5 cêntimos) e em menos de 5 minutos estávamos do outro lado.

Apesar de alguns edifícios estarem em fase de restauro, deu para apreciar tanto a beleza do templo, como a vista panorâmica da cidade que nos proporciona a subida até ao topo!

  • Passámos pelo Palácio Real para dar um “olá” ao rei, mas ele estava fora nessa altura 😀
  • Fomos à China Town (a Rita foi “atropelada” por lá 😉 ), passámos pela “Porta de entrada da cidade”, fomos à Kao San Road – de dia não tem nada a ver com a noite – ao mercado das flores, ao parque no centro da cidade (o único local que mesmo sendo no centro, se consegue respirar ar menos poluído)…

 

Palácio Real

Palácio Real

 

China Town

China Town

Porta da Cidade

Porta da Cidade

Mercado das flores

Mercado das flores

 

bicicleta

Resumindo… Andámos a explorar Bangkok com a bela da bicicleta e passámos pela experiência de “conduzir” no meio daquele trânsito de loucos…

Afinal só se vive uma vez, e se não experimentássemos dessa vez, quando o faríamos de novo?! 🙂

PROVA SUPERADA e mais que superada… Acabámos foi os dias bastante sujinhos e com um belo de um escaldão (estávamos no inverno em Portugal – branquinhos, branquinhos – e nada de protector), mas apesar de tudo, tínhamos a certeza que trazíamos connosco a mala cheia de coisas boas vividas 😉

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